Domingo - 27/01
Depois do Cheddar feliz, do barraco da atendente que sabe contar e estuda e de dormir apenas 2 horas, fui para a minha casa, olhei para a minha cama, disse "eu te amo", mas não, eu não mereço dormir, o telefone tocou e eu tinha que é claro, hoje COMEMORAR DE NOVO, mas agora, com a família. Comendo, é claro.
Contei do desastre de ontem pra algumas pessoas, deitei por uns 30 minutos e fui me arrumar.
Ah, chuva, pizzaria, pizza, pizza, 10 pedaços de pizza, sobrinho fazendo escândalo, irmã que é a mãe do sobrinho fazendo um escândalo maior, minha mãe fazendo vergonha dizendo que estava entupida pro garçom, minha mãe fazendo vergonha com o flash que ela diz que é chic da câmera do celular dela que parece mais uma lanterna que estragou toda a iluminação dark do ambiente chamando atenção de olhares de todo o recinto e completando com ' - deixa eu tirar a foto de vc, filhinha" e não e não, e blabla, ou seja, pura finesse.
A unica coisa que eu ganhei foi uma decoração de prato com chantilly de um garçom muito bonzinho, que fez umas estrelinhas, umas coisas gays e a pizza ficou mega enjoativa depois, mas valeu a intenção amigo.
Prometi a mim que tão cedo eu não ia comer mais pizzas , nem de chocolate com coisinhas, nem de nada... aham...
Segunda - 28/01
Ah, que legal acordar na hora que eu devia estar saindo pra trabalhar, pedir carona pro papai e ele dizer: " não, se enfia no vagão das mulheres!", no dia do seu bday.
Cheguei no trabalho, litros depois e lá estava mais comida. Comi, claro.
Beijinhos pra lá, beijinhos pra cá, feliz, muita saúde, blabla, blabla, bla- bla.
À tarde a chefe teve a ideia de pedir MAIS alguma coisa pra comer. E sim, ela teve uma daquelas idéias brilhantes, pedir PIZZA! E foi o meu primeiro bolo com vela que não é bolo.
E eu comi pizza de novo...
Depois a Wanessa me pergunta o que eu iria fazer com ela e o Rhubens hoje, se era ir no Bob's...
Primeiro que eu odeio o Bob's... Segundo que se eu comesse uma folha de alface, eu ia explodir. Fica pra próxima queri.
Ah, mas quando eu cheguei em casa até fiquei mais feliz, é muito bonitinho ouvir as pessoas falando um monte de bobagens pra gente quando se faz aniversário. Esse foi um dos piores, e fica aí comprovada a tese que acontece com a maioria das pessoas, que é a de não se divertir tanto nos bdays. Mas até que hoje foi o dia em que além de comer, eu não fiz mais nada e foi fofo, apesar de estar 5kg a mais de banha e digievoluir para giguelefantamon. Ler livro do cachorro, ler as mensagens no e-mail, reparar quem nao lembrou de vc pra vc esquecer tambem no aniversario deles, essas coisas... EU gostei do dia de hoje, só nao gostei de estar ficando velha, ainda mais depois de ouvir que agora pros 30, é um pulo!!
Que exagero, ou não.
Bom, o ano só está começando, agora com 1 ano à mais, cheia de coisa pra fazer, com uma demissão pra pedir, com decisões importantes pra tomar e precisando arrumar dinheiro.
Só espero que disso tudo eu acerte alguma coisa, o que é dificil, mas a gente tenta.
Bom carnaval!!
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
O dia da comemoração
Sábado - 26/01
Escolhi este dia pra comemorar oficialmente o meu bday. Bom, começou todo mundo animado, uns amigos meus de antigamente iam vir, tudo muito bonito. Até ela chegar. Ela... A garrafa de Vodka.
Ela era alta, transparente e ficou uns minutos no freezer de carne. Irresistivel aos olhos de meninas ansiosas por diversão e tudo o que tiver direito. Apesar de que já é divertido, sem nada. Mas né, é a sede por dominar o mundo. Ela foi com a gente no busão em direção à Copacabana, e quicava junto com a gente nos buracos, já planejando o seu plano maléfico. Cretina...
E depois, numa esquina escura, abrimos, e as meninas sedentas esqueceram que aquilo era álcool de verdade, não era suco transparente e encheram o pote. Eu como sempre fui muito responsável, mas na minha responsabilidade veio umas tonturinhas e umas risadas impossiveis de segurar.
Depois foi só declarações de amor e amizade verdadeiras fruto de muito álcool no cérebro. Éramos em sete, sendo que eu e a Roberta íriamos depois celebrar o nosso sono na casa da Bia, junto com a Bianca. Íriamos...
Entramos, tava um som legal, cheio mas nem tanto, Ah eu comecei animadona, desci pra pista, dancei uns hits, depois subi pra procurar a Bia, mas não, a Bia foi embora porque estava passando mal. O desespero fez o alcool sumir, onde eu ia agora? E a noite legal que eu tinha planejado? Morreu. O lugar começou à lotar, a Roberta nao tava bem com a sua pessoa e meus amigos de anigamente nem haviam chegado ainda. Só pensei em sair dali o mais rápico possivel. Eles chegaram, eu agarrei a Roberta pela mão ( a guardiã), e carreguei ela comigo e deixei todo mundo lá, sem dar tchau. Aí começou a bebeeira da Rô aflorar, e todo mundo ficar rindo dela chorar, tá, até eu ri porque eu tava meio "alegrinha" apesar de estar tudo dando errado.
Convenci todos de irmos pra outro lugar. 02:30 da manhã, não passa muito ônibus, só carrinhos amarelos chamados de Táxi, mas eram sempre CARRINHOS não iam caber seis pessoas. Até que com custo conseguimos convencer um taxista cretino a levar a gente, um por cima do outro.
Ele cobrou a mais depois, claro. Estávamos agora em Ipanema, sem lugar pra sentar e a Naty com cara de "o que eu estou fazendo aqui", por incrivel eu tambem estava com a mesma cara. Mas a "alegrisse" ainda estava um pouco em minha pessoa. Mas a Rô ainda tava meio mal com a sua pessoa. Entrei no bar, e vários " Hi, Hi, Hi, Hi Brazil" pra lá e pra cá. Eu não estava com paciência mais pra isso. Depois quem eu vi? O indio-argentino-italianaccent, investindo em uma gringa, acenei pra ele e ela nos chamou até lá. Falei sei lá o que pra ele que eu não me lembro e parei de atrapalhar ele investindo na gringa.
Já eram 4 horas, 2 Já tinham ido embora, e ficamos nós quatro, ainda sem lugar pra sentar,e a Roberta começou a se animar com sua pessoa. Aí dançamos um pouco de Ferdinand, Hives, AM, Killers, e etc, e foi legal o povo animaaado fazendo côro. Os raps que eu fiz das musicas com o Eloy, e que bom que Eloy estava lá, ninguem chegava perto de mim com aquele negão de 2 metros do meu lado :)
Deu 5 horas e a Roberta estava morrendo agora, precisava comer, mas comer aonde?? Tinha que ser sanduiche da lanchonete da esquina que estava fechada. Mas ok, fomos para o Leblon na esperança de encontrar alguem na casa da Bia acordado pra abrir a porta pra gente. Pegamos outro taxista cretino que eu perguntei a ele quanto ia dar, ele disse 8, mas deu 5 no taximetro e ele disse que a gente combinou oito!! Ainda bem que eu nao vi ele falando isso, a Ro pagou, senao eu já ia mandar ele enfiar no cu os 3 reais.
Subimos, tocamos a campainha 298472984792847924 milhoes de vezes, eu liguei pra Bianca do meu trabalho de madrugada achando que era a Bianca que estava dormindo do outro lado da porta, depois acertei, liguei mais 9248729847294 de vezes mas nada... Fomos entao em busca do sanduiche encantado pra Roberta, 05 e meia da manha, escuro, sem ninguem na rua, com um homem alto com cara de "vou fazer sei lá o que com vc" seguindo a gente e eu mandando a Roberta acelerar o passo senão a gente ia morrer, mas ela tava morrendo antes, meu pé em carne viva de tanto andar e nenhum quiosque, bar, birosca, carroçinha, marmita de porteiro pra ela comer. A nao ser um senhor no ponto de onibus que disse que uma praça á dois quarteiroes dali, com certeza ia ter alguma coisa aberta. Parecia sei lá que estavamos indo to the end of the rainbow e a comida era o pote de ouro. Parecia milagre, o pote na verdade era um posto de gasolina que tinha um BOB'S dentro. Assim, a Roberta comeu, ficou bem coma pessoa dela, e eu sem pé e sem fome.
Voltamos pra Bia 6 e meia, e agora sim, iriamos encontrar alguem acordado. Iríamos...
Tocamos varias vezes, o zé da portaria interfonou zilhoes de vezes e NA-DA, parecia que todos tomaram 5 Lexotan. Solução? Dormir no Hall!!
Eu deitei atravessada no tapete e a Roberta com a cabeça na minha perna e eu sem perna nenhuma pra colocar a cabeça. Dormiamos de meia em meia hora, e nesse intervalo tocavamos mais a campainha, e o Alvinho e o Juninho latindo querendo ajudar. E enquanto isso eu ia ligando pra Bianca. Mas era uma adrenalina, seria péssimo se a mãe dela acordasse enquanto a gente dormia e nos visse naquela jeito. Mendigas do Hall! Arrasadas, eu sem sapato, toda borrada, fedida e bom... A Roberta começou a ouvir vozes de tanto que a gente esperava que alguem acordasse. Até que ás NOVE E MEIA de Domingo, a Bibi atendeu o cel e eu disse: "- Abre a porta Bianca pelo amor de Deus..." Nossa, parecia um sonho... Mas agora, pra que dormir, 9 e meia da manha?? Deitei por meia hora, troquei de roupa, acordei a Bia, a Bia tadinha ainda estava ruim, rimos de tudo o que aconteceu muito, só restava rir agora!!! Elas juraram nunca mais beber desse jeito e eu dei a Elza numas havaianas porque eu nao tinha mais pé, saí de lá, devorei um Cheddar McMelt e voltei pra casa, pra mais um dia de comemoração.
CONTINUA...
Escolhi este dia pra comemorar oficialmente o meu bday. Bom, começou todo mundo animado, uns amigos meus de antigamente iam vir, tudo muito bonito. Até ela chegar. Ela... A garrafa de Vodka.
Ela era alta, transparente e ficou uns minutos no freezer de carne. Irresistivel aos olhos de meninas ansiosas por diversão e tudo o que tiver direito. Apesar de que já é divertido, sem nada. Mas né, é a sede por dominar o mundo. Ela foi com a gente no busão em direção à Copacabana, e quicava junto com a gente nos buracos, já planejando o seu plano maléfico. Cretina...
E depois, numa esquina escura, abrimos, e as meninas sedentas esqueceram que aquilo era álcool de verdade, não era suco transparente e encheram o pote. Eu como sempre fui muito responsável, mas na minha responsabilidade veio umas tonturinhas e umas risadas impossiveis de segurar.
Depois foi só declarações de amor e amizade verdadeiras fruto de muito álcool no cérebro. Éramos em sete, sendo que eu e a Roberta íriamos depois celebrar o nosso sono na casa da Bia, junto com a Bianca. Íriamos...
Entramos, tava um som legal, cheio mas nem tanto, Ah eu comecei animadona, desci pra pista, dancei uns hits, depois subi pra procurar a Bia, mas não, a Bia foi embora porque estava passando mal. O desespero fez o alcool sumir, onde eu ia agora? E a noite legal que eu tinha planejado? Morreu. O lugar começou à lotar, a Roberta nao tava bem com a sua pessoa e meus amigos de anigamente nem haviam chegado ainda. Só pensei em sair dali o mais rápico possivel. Eles chegaram, eu agarrei a Roberta pela mão ( a guardiã), e carreguei ela comigo e deixei todo mundo lá, sem dar tchau. Aí começou a bebeeira da Rô aflorar, e todo mundo ficar rindo dela chorar, tá, até eu ri porque eu tava meio "alegrinha" apesar de estar tudo dando errado.
Convenci todos de irmos pra outro lugar. 02:30 da manhã, não passa muito ônibus, só carrinhos amarelos chamados de Táxi, mas eram sempre CARRINHOS não iam caber seis pessoas. Até que com custo conseguimos convencer um taxista cretino a levar a gente, um por cima do outro.
Ele cobrou a mais depois, claro. Estávamos agora em Ipanema, sem lugar pra sentar e a Naty com cara de "o que eu estou fazendo aqui", por incrivel eu tambem estava com a mesma cara. Mas a "alegrisse" ainda estava um pouco em minha pessoa. Mas a Rô ainda tava meio mal com a sua pessoa. Entrei no bar, e vários " Hi, Hi, Hi, Hi Brazil" pra lá e pra cá. Eu não estava com paciência mais pra isso. Depois quem eu vi? O indio-argentino-italianaccent, investindo em uma gringa, acenei pra ele e ela nos chamou até lá. Falei sei lá o que pra ele que eu não me lembro e parei de atrapalhar ele investindo na gringa.
Já eram 4 horas, 2 Já tinham ido embora, e ficamos nós quatro, ainda sem lugar pra sentar,e a Roberta começou a se animar com sua pessoa. Aí dançamos um pouco de Ferdinand, Hives, AM, Killers, e etc, e foi legal o povo animaaado fazendo côro. Os raps que eu fiz das musicas com o Eloy, e que bom que Eloy estava lá, ninguem chegava perto de mim com aquele negão de 2 metros do meu lado :)
Deu 5 horas e a Roberta estava morrendo agora, precisava comer, mas comer aonde?? Tinha que ser sanduiche da lanchonete da esquina que estava fechada. Mas ok, fomos para o Leblon na esperança de encontrar alguem na casa da Bia acordado pra abrir a porta pra gente. Pegamos outro taxista cretino que eu perguntei a ele quanto ia dar, ele disse 8, mas deu 5 no taximetro e ele disse que a gente combinou oito!! Ainda bem que eu nao vi ele falando isso, a Ro pagou, senao eu já ia mandar ele enfiar no cu os 3 reais.
Subimos, tocamos a campainha 298472984792847924 milhoes de vezes, eu liguei pra Bianca do meu trabalho de madrugada achando que era a Bianca que estava dormindo do outro lado da porta, depois acertei, liguei mais 9248729847294 de vezes mas nada... Fomos entao em busca do sanduiche encantado pra Roberta, 05 e meia da manha, escuro, sem ninguem na rua, com um homem alto com cara de "vou fazer sei lá o que com vc" seguindo a gente e eu mandando a Roberta acelerar o passo senão a gente ia morrer, mas ela tava morrendo antes, meu pé em carne viva de tanto andar e nenhum quiosque, bar, birosca, carroçinha, marmita de porteiro pra ela comer. A nao ser um senhor no ponto de onibus que disse que uma praça á dois quarteiroes dali, com certeza ia ter alguma coisa aberta. Parecia sei lá que estavamos indo to the end of the rainbow e a comida era o pote de ouro. Parecia milagre, o pote na verdade era um posto de gasolina que tinha um BOB'S dentro. Assim, a Roberta comeu, ficou bem coma pessoa dela, e eu sem pé e sem fome.
Voltamos pra Bia 6 e meia, e agora sim, iriamos encontrar alguem acordado. Iríamos...
Tocamos varias vezes, o zé da portaria interfonou zilhoes de vezes e NA-DA, parecia que todos tomaram 5 Lexotan. Solução? Dormir no Hall!!
Eu deitei atravessada no tapete e a Roberta com a cabeça na minha perna e eu sem perna nenhuma pra colocar a cabeça. Dormiamos de meia em meia hora, e nesse intervalo tocavamos mais a campainha, e o Alvinho e o Juninho latindo querendo ajudar. E enquanto isso eu ia ligando pra Bianca. Mas era uma adrenalina, seria péssimo se a mãe dela acordasse enquanto a gente dormia e nos visse naquela jeito. Mendigas do Hall! Arrasadas, eu sem sapato, toda borrada, fedida e bom... A Roberta começou a ouvir vozes de tanto que a gente esperava que alguem acordasse. Até que ás NOVE E MEIA de Domingo, a Bibi atendeu o cel e eu disse: "- Abre a porta Bianca pelo amor de Deus..." Nossa, parecia um sonho... Mas agora, pra que dormir, 9 e meia da manha?? Deitei por meia hora, troquei de roupa, acordei a Bia, a Bia tadinha ainda estava ruim, rimos de tudo o que aconteceu muito, só restava rir agora!!! Elas juraram nunca mais beber desse jeito e eu dei a Elza numas havaianas porque eu nao tinha mais pé, saí de lá, devorei um Cheddar McMelt e voltei pra casa, pra mais um dia de comemoração.
CONTINUA...
Parabéns para mim! Parabéns para mim!
Well... estou ficando velha, isso não é legal, mas até que fazer aniversário tem o seu lado bom, mas nunca combine de fazer algo que vai ser inesquecivel, porque pode nao ser.
Esse ano eu pensei: aaah, vai ter que ser legal. Eu posso comemorar no fim de semana todo!
Sexta - 25/01
Todo mundo que iria sair, ficou down, não tinha dinheiro, não podia, só podia sair no sábado e etc.
Mas aí eu decidi sair assim mesmo e pensei que não ia ser tão legal. Chamei a unica amiga que podia ir, Rose, e fui pra Ipanema. Entre o prédio dela e a esquina, ela perdeu a bombinha de Asma e 50 reais, só nos demos conta quando voltamos pra pegar um dvd esquecido e nos deparamos com uma bombinha ao vento. Só a bombinha, é claro. Daí eu pensei: - nossa, será isso um sinal de que não é pra eu ir? Que se f***, vamos até a cerveja que ela nos espera.
Chegamos no Empório, e tinha lugar pra sentar, bom sinal, o velho careca cabeludo garçom/dono do estabelecimento estava simpático, sorrindo e entendendo mimicas, contamos até com a presença de Bob Marley e Jesus... era um milagre.
A falta do que fazer foi ótima pra rir da cara das pessoas e contar quantas vezes o Japa olhava pra Rose. Eu insisti nisso à noite toda.
Fomos até a praia, e nossa tinha muito blase e pessoas com o mesmo corte de cabelo e face, tanto lá quanto aonde a gente estava. Então, decidimos voltar, chegando lá, de repente:
_ CUIDADO! Um tubarão! ( disse um cara de índio com um sotaque italiano no portugues olhando para o pé da Rose, eu pensei: será que ele sabe o que é um tubarão?)
_ QUE??? Tubarão???
_ É, o peixe. ( Será que só eu estava achando que essa pessoa estava bebado ou realmente existe uma cantada dessas onde essa pessoa vive?)
Caímos na gargalhada, e ele conseguiu o que queria, puxar assunto. A criatura se revelou Argentino, original de Buenos Aires, mas eu ainda achava aquele accent italiano, apesar da cara dele de índio. E trouxe um amigo, original da Suécia, chamado Erik que ele queria jogar pra cima de mim. Não adiantou muito, acho que se tratando de Lais ele precisa de um pouco mais de talento pra isso. Enquanto ele jogava o seu charme para a Rose, o Erik tentava jogar o seu charme pra mim, mas se tratando de Lais ele realmente precisava de um pouco mais de talento pra isso, mas acho que se tratando de Lais agora, nem ele sendo o rei do talento.
Conversa vai e vem, o indio-argentino-accentitaliano ficou abismado de ver que eu mal olhava para a cara do seu amigo. E me perguntou porque eu não estava dando idéia pro homem mais bonito do Rio. Ele é um exagerado, e acho que nem Brad Pitt (Brad talvez) ia conseguir usar de seu talento (qualquer um) pra conquistar a minha pessoa. Eu desconversei, e o pobre Erik, sorte a dele, nao entende uma palavra em Portugues. Aquele índio era muito engraçado e o Sueco tinha uma risada tão engraçada quanto. Perguntaram a nossa idade, logo de cara o indio arregalou o olho quando se tratou de Rose: _ O que, 17?????? A partir daí eu passei a ser a garota Legal e a Rose, a Ilegal. Essa conversa durou uns 30 min. Que nem conversa foi direito, eu só conseguia rir dessas pessoas. Trocamos e-mails para rir mais disso depois e bom, a minha noite foi muito melhor do que eu pensei que seria. Voltei pra casa rindo das piadas internas minha e da Rose e no que aqueles homens pensaram que eles tinham de errado pra ser tão engraçados e nem assim conseguirem "as brasileiras".
E ainda pensando, nossa, comecei bem, amanhã vai ser bem melhor!
Continua...
Esse ano eu pensei: aaah, vai ter que ser legal. Eu posso comemorar no fim de semana todo!
Sexta - 25/01
Todo mundo que iria sair, ficou down, não tinha dinheiro, não podia, só podia sair no sábado e etc.
Mas aí eu decidi sair assim mesmo e pensei que não ia ser tão legal. Chamei a unica amiga que podia ir, Rose, e fui pra Ipanema. Entre o prédio dela e a esquina, ela perdeu a bombinha de Asma e 50 reais, só nos demos conta quando voltamos pra pegar um dvd esquecido e nos deparamos com uma bombinha ao vento. Só a bombinha, é claro. Daí eu pensei: - nossa, será isso um sinal de que não é pra eu ir? Que se f***, vamos até a cerveja que ela nos espera.
Chegamos no Empório, e tinha lugar pra sentar, bom sinal, o velho careca cabeludo garçom/dono do estabelecimento estava simpático, sorrindo e entendendo mimicas, contamos até com a presença de Bob Marley e Jesus... era um milagre.
A falta do que fazer foi ótima pra rir da cara das pessoas e contar quantas vezes o Japa olhava pra Rose. Eu insisti nisso à noite toda.
Fomos até a praia, e nossa tinha muito blase e pessoas com o mesmo corte de cabelo e face, tanto lá quanto aonde a gente estava. Então, decidimos voltar, chegando lá, de repente:
_ CUIDADO! Um tubarão! ( disse um cara de índio com um sotaque italiano no portugues olhando para o pé da Rose, eu pensei: será que ele sabe o que é um tubarão?)
_ QUE??? Tubarão???
_ É, o peixe. ( Será que só eu estava achando que essa pessoa estava bebado ou realmente existe uma cantada dessas onde essa pessoa vive?)
Caímos na gargalhada, e ele conseguiu o que queria, puxar assunto. A criatura se revelou Argentino, original de Buenos Aires, mas eu ainda achava aquele accent italiano, apesar da cara dele de índio. E trouxe um amigo, original da Suécia, chamado Erik que ele queria jogar pra cima de mim. Não adiantou muito, acho que se tratando de Lais ele precisa de um pouco mais de talento pra isso. Enquanto ele jogava o seu charme para a Rose, o Erik tentava jogar o seu charme pra mim, mas se tratando de Lais ele realmente precisava de um pouco mais de talento pra isso, mas acho que se tratando de Lais agora, nem ele sendo o rei do talento.
Conversa vai e vem, o indio-argentino-accentitaliano ficou abismado de ver que eu mal olhava para a cara do seu amigo. E me perguntou porque eu não estava dando idéia pro homem mais bonito do Rio. Ele é um exagerado, e acho que nem Brad Pitt (Brad talvez) ia conseguir usar de seu talento (qualquer um) pra conquistar a minha pessoa. Eu desconversei, e o pobre Erik, sorte a dele, nao entende uma palavra em Portugues. Aquele índio era muito engraçado e o Sueco tinha uma risada tão engraçada quanto. Perguntaram a nossa idade, logo de cara o indio arregalou o olho quando se tratou de Rose: _ O que, 17?????? A partir daí eu passei a ser a garota Legal e a Rose, a Ilegal. Essa conversa durou uns 30 min. Que nem conversa foi direito, eu só conseguia rir dessas pessoas. Trocamos e-mails para rir mais disso depois e bom, a minha noite foi muito melhor do que eu pensei que seria. Voltei pra casa rindo das piadas internas minha e da Rose e no que aqueles homens pensaram que eles tinham de errado pra ser tão engraçados e nem assim conseguirem "as brasileiras".
E ainda pensando, nossa, comecei bem, amanhã vai ser bem melhor!
Continua...
sábado, 19 de janeiro de 2008
Bizarrices
Well,
esses dias eu estive pensando, quanta coisa engraçada e nem tão engraçada assim já aconteceu com a minha pessoa. Alguns exemplos...
Escorregar no molhado no meio da rua com pessoas da escola ao redor - 3 vezes.
(Eu não aprendi a ter cuidado depois da 1ª vez, tive que cair a segunda e ninguém riu imagina, agora a 3ª foi uma doida que sentiu vontade de botar o pé na minha frente, mas ela se arrependeu depois)
Rir da amiga que levou ovo no cabelo, quase levar também e correr km, pra evitar - 1 vez
( Belíssima tradição escolar)
Morar numa casa mal-assombrada - 1 vez
(Sei lá, sinto falta agora dos vagalumes, dos pesadelos, dos vultos e das vozes e da minha irmã berrando dizendo que viu o demo, que viu o demo, e ainda assim assistir ao programa do Zé do caixão)
Acordar de manhã com um sapo na sala - 1 vez
(não eu não estava bebada. A minha irmã morava perto de uma reserva florestal, aí um dia teve um temporal horrivel, e deixamos as janelas imensas da imensa sala abertas e isso foi definitivamente muito inteligente, então daí surgiu o sapo, e não me pergunte como)
Acordar de madrugada, botar o pé no chão, e não é chão, é água. - 1 vez
( ah, foi ruim esse)
Ficar presa no elevador - Tem acontecido muito ultimamente, acho que é pessoal.
( Ainda bem que sozinha, porque papo de " tá chovendo hoje" e " esse sindico é um safado" até o porteiro bebado vir consertar não dá)
Lacraia subir na perna - 3 vezes
Barata subir na perna - algumas.....
Ficar com um carrapato grudado pensando que tinha nascido uma pinta - 1 vez
Encontrar barata na comida - 2 vezes
( sei lá, eu tambem atraio esses bichinhos bonitos)
Ir pra cachoeira e voltar toda mordida de mosquitinhos felizes, eu disse TODA e todo mundo rir da minha cara por 3 dias - 1 vez
( nunca mais fui depois disso)
Esmagar um morcego - 1 vez
( foi sem querer, eu não vi. eu sei que foi brutal...tadinho)
Ser atacada por vira-latas - 4 vezes
( duas na moto e duas andando, e olha que eu nem tenho cara de homem do saco)
A preguiça ser tanta e a pobreza também, a ponto de comer miojo na panela, no chão porque a panela tava quente, com suco de pózinho de 15 centavos de uva, que parecia morango com gosto de laranja e ainda dividir com duas pessoas - 1 vez
Papai dizer quando eu era pequena que a igreja no alto de um morro no Boa Vista em Niterói, próxima ao Disco Voador, é mal-assombrada, e que o Gavião assassino da Concha Acustica mora lá e me fazer chorar- toda vez que iamos lá, ele fazia a mesma coisa.
( Sei lá, ainda tenho minhas duvidas... Tá, Papai Noel não existe e ninguem vai vir aqui com um saco me levar pra fazer sabão)
Perder a hora da escola/trabalho por estar sonhando um sonho tão interessante e querer saber o final - ih... muitas.
Perder a hora da escola/trabalho por estar sonhando que está acordada - tenho que tratar isso hahaha
Quase atropelada por carrinho de água mineral e bicicleta - perdi as contas
( Eu acho que esses veiculos tinham que ter farol, buzina, pisca alerta, etc)
Avistar de longe um manequim, jurar que é uma pessoa e ir em direção á ele pedir informação - 1 vez
( Agora eu espero chegar perto antes de falar : " olha lá gente, vamos perguntar à aquele cara de amarelo!!!)
Jurar que a árvore estava atravessando a rua - 1 vez
( Depois disso eu nunca mais funguei aquela coisa no pano)
Quase morrer afogada - 4 vezes
( Uma minha Tia me levou pra morte, outra minha mãe, outra meu pai, e outra um bote sem fundo que virou e todo mundo caiu por cima de mim, medo de mar depois disso)
Ser assaltada - 4 vezes
(olha só, colega, perdeu... não grita, não corre... quer morrer?)
Engraxate querer pegar meu sapato - 1 vez
( medo desse)
Mendigo me mandar sentar no mamão - 1 vez
( Só porque eu e as pessoas comigo dissemos que a cachaça, não era cachaça apesar de estar escrito cachaça numa garrafa de cachaça. " se voce pensa que cachaça é agua... cachaça não é agua nao)
Desejar tanto uma coca-cola gelada e ela aparecer - 1 vez
(lógico, coisas assim só acontecem uma vez)
Correr de pássaros - não sei quantas vezes
( Sei lá, esses pássaros daqui são meio assassinos. Sem contar os pombos.)
Cair côcô de pássaro em blusa branca - 4 vezes
( Só aconteceu em blusas brancas. Dizem que é sorte!!!)
Quase matar cegos ao atravessar a rua - 3 vezes
( Eu não sei atravessar cego e eles insistem em me pedir pra atravessar. Eu fujo deles, mas eles insistem em me escolher)
Sentar no molhado indo pra algum lugar em que eu não deveria chegar com a bunda molhada- 2 vezes
(depois da 2ª eu aprendi a olhar antes, finalmente)
Eu não imagino como minha vida seria sem esses momentos...
Acho que o meu maior "talento", é tentar ver o lado engraçado das coisas. É sorrir, quando a vida não anda bem e tentar colher o máximo de alegria do dia.
Quem me conhece, não acredita quando me vê triste, porque eu procuro pelo menos não demonstrar e não deixar que as pessoas que convivem comigo participar das minhas dores e lamentações que todo mundo tem. É o meu escape, e é o que me faz forte quando eu preciso.
Por isso, eu acho que as pessoas deveriam engolir um palhaço de vez em quando, pra esquecer dos problemas e viver, viver a vida como ela é, desfrutar das coisas boas e sorrir! Sempre.
esses dias eu estive pensando, quanta coisa engraçada e nem tão engraçada assim já aconteceu com a minha pessoa. Alguns exemplos...
Escorregar no molhado no meio da rua com pessoas da escola ao redor - 3 vezes.
(Eu não aprendi a ter cuidado depois da 1ª vez, tive que cair a segunda e ninguém riu imagina, agora a 3ª foi uma doida que sentiu vontade de botar o pé na minha frente, mas ela se arrependeu depois)
Rir da amiga que levou ovo no cabelo, quase levar também e correr km, pra evitar - 1 vez
( Belíssima tradição escolar)
Morar numa casa mal-assombrada - 1 vez
(Sei lá, sinto falta agora dos vagalumes, dos pesadelos, dos vultos e das vozes e da minha irmã berrando dizendo que viu o demo, que viu o demo, e ainda assim assistir ao programa do Zé do caixão)
Acordar de manhã com um sapo na sala - 1 vez
(não eu não estava bebada. A minha irmã morava perto de uma reserva florestal, aí um dia teve um temporal horrivel, e deixamos as janelas imensas da imensa sala abertas e isso foi definitivamente muito inteligente, então daí surgiu o sapo, e não me pergunte como)
Acordar de madrugada, botar o pé no chão, e não é chão, é água. - 1 vez
( ah, foi ruim esse)
Ficar presa no elevador - Tem acontecido muito ultimamente, acho que é pessoal.
( Ainda bem que sozinha, porque papo de " tá chovendo hoje" e " esse sindico é um safado" até o porteiro bebado vir consertar não dá)
Lacraia subir na perna - 3 vezes
Barata subir na perna - algumas.....
Ficar com um carrapato grudado pensando que tinha nascido uma pinta - 1 vez
Encontrar barata na comida - 2 vezes
( sei lá, eu tambem atraio esses bichinhos bonitos)
Ir pra cachoeira e voltar toda mordida de mosquitinhos felizes, eu disse TODA e todo mundo rir da minha cara por 3 dias - 1 vez
( nunca mais fui depois disso)
Esmagar um morcego - 1 vez
( foi sem querer, eu não vi. eu sei que foi brutal...tadinho)
Ser atacada por vira-latas - 4 vezes
( duas na moto e duas andando, e olha que eu nem tenho cara de homem do saco)
A preguiça ser tanta e a pobreza também, a ponto de comer miojo na panela, no chão porque a panela tava quente, com suco de pózinho de 15 centavos de uva, que parecia morango com gosto de laranja e ainda dividir com duas pessoas - 1 vez
Papai dizer quando eu era pequena que a igreja no alto de um morro no Boa Vista em Niterói, próxima ao Disco Voador, é mal-assombrada, e que o Gavião assassino da Concha Acustica mora lá e me fazer chorar- toda vez que iamos lá, ele fazia a mesma coisa.
( Sei lá, ainda tenho minhas duvidas... Tá, Papai Noel não existe e ninguem vai vir aqui com um saco me levar pra fazer sabão)
Perder a hora da escola/trabalho por estar sonhando um sonho tão interessante e querer saber o final - ih... muitas.
Perder a hora da escola/trabalho por estar sonhando que está acordada - tenho que tratar isso hahaha
Quase atropelada por carrinho de água mineral e bicicleta - perdi as contas
( Eu acho que esses veiculos tinham que ter farol, buzina, pisca alerta, etc)
Avistar de longe um manequim, jurar que é uma pessoa e ir em direção á ele pedir informação - 1 vez
( Agora eu espero chegar perto antes de falar : " olha lá gente, vamos perguntar à aquele cara de amarelo!!!)
Jurar que a árvore estava atravessando a rua - 1 vez
( Depois disso eu nunca mais funguei aquela coisa no pano)
Quase morrer afogada - 4 vezes
( Uma minha Tia me levou pra morte, outra minha mãe, outra meu pai, e outra um bote sem fundo que virou e todo mundo caiu por cima de mim, medo de mar depois disso)
Ser assaltada - 4 vezes
(olha só, colega, perdeu... não grita, não corre... quer morrer?)
Engraxate querer pegar meu sapato - 1 vez
( medo desse)
Mendigo me mandar sentar no mamão - 1 vez
( Só porque eu e as pessoas comigo dissemos que a cachaça, não era cachaça apesar de estar escrito cachaça numa garrafa de cachaça. " se voce pensa que cachaça é agua... cachaça não é agua nao)
Desejar tanto uma coca-cola gelada e ela aparecer - 1 vez
(lógico, coisas assim só acontecem uma vez)
Correr de pássaros - não sei quantas vezes
( Sei lá, esses pássaros daqui são meio assassinos. Sem contar os pombos.)
Cair côcô de pássaro em blusa branca - 4 vezes
( Só aconteceu em blusas brancas. Dizem que é sorte!!!)
Quase matar cegos ao atravessar a rua - 3 vezes
( Eu não sei atravessar cego e eles insistem em me pedir pra atravessar. Eu fujo deles, mas eles insistem em me escolher)
Sentar no molhado indo pra algum lugar em que eu não deveria chegar com a bunda molhada- 2 vezes
(depois da 2ª eu aprendi a olhar antes, finalmente)
Eu não imagino como minha vida seria sem esses momentos...
Acho que o meu maior "talento", é tentar ver o lado engraçado das coisas. É sorrir, quando a vida não anda bem e tentar colher o máximo de alegria do dia.
Quem me conhece, não acredita quando me vê triste, porque eu procuro pelo menos não demonstrar e não deixar que as pessoas que convivem comigo participar das minhas dores e lamentações que todo mundo tem. É o meu escape, e é o que me faz forte quando eu preciso.
Por isso, eu acho que as pessoas deveriam engolir um palhaço de vez em quando, pra esquecer dos problemas e viver, viver a vida como ela é, desfrutar das coisas boas e sorrir! Sempre.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Bla Bla Bla
Hoje eu passei por uma coisa que eu odeio e me deixa muito irritada, muito mesmo, não mais que pessoas desconhecidas segurarem na minha mão, mas me irrita profundamente. Segurar na mão... ah... é especial segurar na mão, não é pra qualquer pessoa. Ah não, não, o cabelo é pior. Uma vez... ai que nojo! Se você quer que eu te odeie, sem antes... sei lá, sem antes eu estar muito bebada pra evitar, DON'T TOUCH ME! Mas essa é outra história.
A história é que as pessoas não tem noção!! Além dessas pessoas "tocantes", existem as pessoas carentes. Sim. Nas ruas existem milhões de pessoas carentes ou então com um impulso compulsivo em puxar assunto com pessoas desconhecidas que está escrito na cara eu-não-dou-a-mínima-pro-que-você-está-falando. Geralmente são velhinhos, cegos, doidos ou bêbados.
Não é como no elevador. No elevador é aquela coisa do tempo, and that's all! Mas no ônibus e/ou em qualquer fila, parece que o dono da fila(?) contrata essas pessoas pra te irritar e você desistir!
Eu agora descobri um jeito de voltar pra casa feliz em um ônibus não lotado sem trânsito e sem malucas psicóticas ao meu lado. Mas hoje, na minha bad hair week e na minha TPPM eu resolvi sentar do lado de uma pessoa que PARECIA normal. Eu sentei por 2 segundos e ela disse: - Oi! Eu só pensei em uma coisa... duas... "Não, por favor, porque? eu quero sair moço devolve o meu dinheiro" e "Eu devia ter sentado do lado da gorda que ocupava quase o banco todo... burra!" E eu nunca pego engarrafamento... hoje sim, que sorte a minha.
E começaram as perguntas. Se eu trabalhava com direito... se eu sabia o que era sei lá o que... Eu disse que não, não sei e pensando " se toca mulher, se toca, eu não quero conversar".
Ela fez silêncio, alívio. Mas... isso só estava começando.
- Sabe, eu era Funcionaria Federal. Ganhava muito sabe...
(com esse cabelo, e roupa e sapatos... nunca! deve ser doida, ai meu Deus uma doida, que ótimo!) - Nossa, legal!
- É, aí agora eles estão readmitindo mas aí um tipo eles pagam, o outro não, mas eu quero o que pagam... Trabalhar é ruim né?
( Vamos la Lais voce consegue ser mais monossilabica como se isso adiantasse)
- É, é horrivel.
- É, parei. Mas pelo menos não sou mais ameaçada de morte.
- ( Ah é? porque será...) Nossa, com certeza hein.
- Agora o governo vai pagar assim uns 800 mil pra mim, mas eu acho que vão pagar só a metade né, aí eu vou abrir um restaurante, mas sem ratos. Sabe com aqueles ralos que tem tela pra não entrar rato?? Já até visualisei os ralos, não é legal?
- ( louca! louca! socorro!) Ah, é muito legal.
(pausa)
- Acho que vou abrir em Minas ou em Petrópolis, 400 mil dá né? Sabe que eu tinha um conhecido que vendia Mel, depois foi trabalhar na Kibon aí ele aprendeu a fazer sorvete e ELE inventou o sorvete de marshmellow(?) e agora ele é um grande empresário.
- Nossa, que sorte hein.
(pausa)
- Você acha a comida que as pessoas se servem higienica? Não né? É terrivel eu sei... Nossa, eles precisam de luvas e toucas!!! 2 cozinheiras ou QUATRO... ou uma... uma dá?
- (eu quero morrer, eu quero morrer) Dááá!
- (suspira) Voce faz faculdade do que?? Voce podia aprender a fazer oculos!! Eu trabalhava com uma filha de coronel que era casada com um coronel e ela tinha um oculos que tinha uns STRESS em cima sabe, e tinha tambem aquele que tem a haste embaixo que voce podia inventar, mas já fizeram esse.
- Ah, que pena.
(pausa)
Sabe, você é branca, as pessoas brancam envelhecem mais rápido.
- Acho que é o contrario.
(pausa)
- É? meu deus sabe o que minha sobrinha disse que eu to velha e que meu olho ta caído, aí eu disse pra ela que ela que ia ficar velha mais rapido. meu olho tá caído?
- ( voce é horrosa e eu odeio voce) Não... imagina!
- Tchau!
Tchau? mas nem tinha dado sinal pro onibus parar. Ela finalmente desistiu! E foi bem clara! Tchau é tchau! Ai que alívio... Ela simplesmente me ignorou e eu pude ter a minha paz novamente.
(pausa)
- Eu odeio ratos! Quando eu tiver um restaurante...
- Tchau moça!!!
Andar a pé umas 4 quadras... nice!
A história é que as pessoas não tem noção!! Além dessas pessoas "tocantes", existem as pessoas carentes. Sim. Nas ruas existem milhões de pessoas carentes ou então com um impulso compulsivo em puxar assunto com pessoas desconhecidas que está escrito na cara eu-não-dou-a-mínima-pro-que-você-está-falando. Geralmente são velhinhos, cegos, doidos ou bêbados.
Não é como no elevador. No elevador é aquela coisa do tempo, and that's all! Mas no ônibus e/ou em qualquer fila, parece que o dono da fila(?) contrata essas pessoas pra te irritar e você desistir!
Eu agora descobri um jeito de voltar pra casa feliz em um ônibus não lotado sem trânsito e sem malucas psicóticas ao meu lado. Mas hoje, na minha bad hair week e na minha TPPM eu resolvi sentar do lado de uma pessoa que PARECIA normal. Eu sentei por 2 segundos e ela disse: - Oi! Eu só pensei em uma coisa... duas... "Não, por favor, porque? eu quero sair moço devolve o meu dinheiro" e "Eu devia ter sentado do lado da gorda que ocupava quase o banco todo... burra!" E eu nunca pego engarrafamento... hoje sim, que sorte a minha.
E começaram as perguntas. Se eu trabalhava com direito... se eu sabia o que era sei lá o que... Eu disse que não, não sei e pensando " se toca mulher, se toca, eu não quero conversar".
Ela fez silêncio, alívio. Mas... isso só estava começando.
- Sabe, eu era Funcionaria Federal. Ganhava muito sabe...
(com esse cabelo, e roupa e sapatos... nunca! deve ser doida, ai meu Deus uma doida, que ótimo!) - Nossa, legal!
- É, aí agora eles estão readmitindo mas aí um tipo eles pagam, o outro não, mas eu quero o que pagam... Trabalhar é ruim né?
( Vamos la Lais voce consegue ser mais monossilabica como se isso adiantasse)
- É, é horrivel.
- É, parei. Mas pelo menos não sou mais ameaçada de morte.
- ( Ah é? porque será...) Nossa, com certeza hein.
- Agora o governo vai pagar assim uns 800 mil pra mim, mas eu acho que vão pagar só a metade né, aí eu vou abrir um restaurante, mas sem ratos. Sabe com aqueles ralos que tem tela pra não entrar rato?? Já até visualisei os ralos, não é legal?
- ( louca! louca! socorro!) Ah, é muito legal.
(pausa)
- Acho que vou abrir em Minas ou em Petrópolis, 400 mil dá né? Sabe que eu tinha um conhecido que vendia Mel, depois foi trabalhar na Kibon aí ele aprendeu a fazer sorvete e ELE inventou o sorvete de marshmellow(?) e agora ele é um grande empresário.
- Nossa, que sorte hein.
(pausa)
- Você acha a comida que as pessoas se servem higienica? Não né? É terrivel eu sei... Nossa, eles precisam de luvas e toucas!!! 2 cozinheiras ou QUATRO... ou uma... uma dá?
- (eu quero morrer, eu quero morrer) Dááá!
- (suspira) Voce faz faculdade do que?? Voce podia aprender a fazer oculos!! Eu trabalhava com uma filha de coronel que era casada com um coronel e ela tinha um oculos que tinha uns STRESS em cima sabe, e tinha tambem aquele que tem a haste embaixo que voce podia inventar, mas já fizeram esse.
- Ah, que pena.
(pausa)
Sabe, você é branca, as pessoas brancam envelhecem mais rápido.
- Acho que é o contrario.
(pausa)
- É? meu deus sabe o que minha sobrinha disse que eu to velha e que meu olho ta caído, aí eu disse pra ela que ela que ia ficar velha mais rapido. meu olho tá caído?
- ( voce é horrosa e eu odeio voce) Não... imagina!
- Tchau!
Tchau? mas nem tinha dado sinal pro onibus parar. Ela finalmente desistiu! E foi bem clara! Tchau é tchau! Ai que alívio... Ela simplesmente me ignorou e eu pude ter a minha paz novamente.
(pausa)
- Eu odeio ratos! Quando eu tiver um restaurante...
- Tchau moça!!!
Andar a pé umas 4 quadras... nice!
domingo, 6 de janeiro de 2008
Um novo hóspede

Não, a prostituta da minha cadela velha assanhada não deu pra um zé-ninguem-sabe-a-procedência macho maniaco sexual conhecido como "o tarado do piranhao" de novo, portanto esse não é o 6° de uma nova ninhada de bolas de pêlos com patas ambulante mais fofos do mundo.
Quem me conhece sabe que eu sou apaixonada por esses bichinhos de quatro patas. Seja ele uma
raça eu diria mais "agressiva" (adoro, mas tipo assim com uns 10 metros de distancia de mim
e eu fazendo um singelo sinal e vozinha fina e abobolhada como: "ohm modeuso que au au maisi
liiiindo"), ou um poodle sem graça como os meus.
Aliás eu nem sei a origem da minha cadela velha assanhada, pois ela veio de um anuncio irresistivel no jornal basicamente como: "Vendo uma bolinha de pêlo de 1 mês por R$ 120,00 e ENTREGO EM CASA". Ou seja, você não precisa vir pra ter a certeza de que o seu cão é uma mistura de raças já misturadas de uma mistura desconhecida que nem 284928479 veterinarios conseguem distinguir. Só dizem que é poodle com alguma coisa ou alguma coisa com um parente poodle com alguma outra coisa.
Anyway...
Essa coisa fofa e pequena buzuuzuuzugo di mamae, veio do mini (mini mesmo) cachorro da
minha irmã, adquirido em Campinas-SP, que é puro sangue, Pedigree na veia,
cheio das sacanagens e mimos e manias de poodle fresco e chato, mas ele é liiiindo ohm.
Então, ele nao bimbava desde que nasceu, portanto era um tarado nato e extremamente estressado, que nos presenteava com cenas obscenas até com seu ossinho de estimação e vivia expondo a figura do seu bimbão (apesar dele ser mini) por aí.
Arranjaram-lhe uma "noiva" que ele bimbou até ela cair desmaiada e ele esperava ela acordar e bimbava e de novo e de novo, ou seja, tirou a barriga e o bimbão dele da miséria.
Hoje ele é um cachorro super saudavel, não tarado, calmo e obediente, mas ainda fresco, com manias e chato como qualquer outro de sua raça.
Então, a minha mãe sabendo que o poodle bonitinho pequenininho bimbou finalmente, e de sua
cria saiu uma coisinha dessas aí, teve a BRILHANTE idéia de adotá-lo pra se juntar a mais
duas "poodles" de 5 metros de altura que só um trator pra tirar tantos kg de bosta e uma
fábrica de panos pra secar tanta poça de 2 litros de xixi, que consomem só Pedigree Nuggets
crocantes (eu já to cortando essa onda delas) num apartamento TÃO GRANDE quanto esse.
Ok, foi uma brilhante ideia, mas o CHEFAO da casa disse que não.
Nem ele sendo fofinho, brincando com a cadela velha assanhada, latindo e mordendo as coisas
pra nascer o dentinho, não adiantou.
Batizamos ele de zezinho em homenagem ao nosso outro filhote da cria (primeira e ultima)
da minha primogenita safada que teve que ser despejado porque 3... 3 não dá. Esse até
que dava porque conta como meio, ou menos. Mas o poderoso chefão disse que não, então o
jeito é mandar pro meu irmão, que não cuida nem do Labrador, quanto mais de um mini-poodle
cheio de frescura.
Mas eu já avisei que se eu ver o cachorro com cara de abandonado, rejeitado, carente e sofredor, eu trago de volta. O apê é pequeno, mas no coração sempre cabe mais um. E ele fica.
Ele pode até crescer e virar um maniaco sexual de ter duas cadelas sensuais em casa, mas a sorte é que de forma alguma ele vai conseguir escalar os 5m e vai ficar sempre nos exibindo
o seu bimbo e virtualmente bimbando em nossas pernas.
QUE SORTE...
ohmmm... coisinha mais fofofofofzuzuzuga
sábado, 5 de janeiro de 2008
Meu nome não é Lais, meu nome é zé pequeno... p*****!

Bom, fui ao cinema neste sábado. Pra quê?? filme! Qual? "Meu nome não é johnny".
Sou uma fã de Selton Mello, e pra fazer jus, fui assistí-lo.
É ótimo, um monte de play cheirando, fumando, vendendo, traficando, malucos, polícia, bandido,
mc donald's e os sempre presentes abusos verbais de cinema nacional... porra, caralho, cacete e afins.
Basicamente, mostra como um ser de classe média começa a sua vida nas drogas por um baseado na praia com os amigos e de usuário ele passa a traficante informal e, em seguida,
entra no circuito internacional.
A atuação do Selton sempre cômica e séria ao mesmo tempo e o elenco também excelente.
Mas o melhor do filme vem no fim. Numa frase que é basicamente essa:
"Baseado em fatos reais. O playboy traficante se recuperou, não é mais viciado em drogas, nunca mais deu um teco, ou fumou um basi... hj em dia ele é cantor e compositor!!!"
FICA A DICA!
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Ah, reveillon. Nada muito especial, mas divertido.
Pulei 7 ondas, corri de homem armado, estava rodeada de gays (todos gays menos a Roberta), aliás eu sempre estou rodeada de gays. Fui esmagada, empurrada e puxada, tive que usar um nome travesti muito bonito (Xaroláine) pra fugir do assédio masculino carente enlouquecido ( escapei por pouco porque ninguem ali estava interessado no nome), fiz um amigo de um
dia muito legal, alias virei tradutora com as pessoas (milhares:homens e mulheres)
em volta: "pergunta se ele tem namorada,quantos anos, da onde é... e agarrando (sim, agarrando!)" e o pobre coitado querendo fugir até eu conseguir salvá-lo e trazer pra perto de nós, pessoas gays e não gays, não assanhadas e normais. Aliás, as pessoas bebadas transando na agua no raso e fazendo altas coisas foi bem normal para um Reveillon em Copacabana/Ipanema.
Depois, dormir e pensar que tudo o que acontece com a gente na vida, mesmo que seja insignificante como sei lá, sentar no molhado, é um fato, mesmo que nesse caso, depois você se lembre, e pense " porque eu nao olhei antes?" e ria de si mesmo.
Este ano que passou foi repleto de momentos que eu penso e rio deles, outros eu guardo com carinho e outros foram feitos mesmo pra serem deixados pra trás.
Cometi erros absurdos, erros com muita gente, mas um dia é preciso que eles existam pra que
não aconteça novamente.
Me enfiei de cabeça na vida e deixei que ela me conduzisse, embora achasse que estava tudo sobre controle.
Com isso aprendi também que não há controle.
Aprendi o significado exato de diversos sentimentos que permanecem e de milhares de outros que vêm e vão.
Muitas pessoas me surpreenderam neste ano.
Aquelas que viveram momentos dificeis e felizes, as que se mostraram amigas, as que riram juntas comigo dos problemas e outras que mostraram o que realmente são.
Conheci pessoas muito especiais, outras conheci de novo e eu tenho um carinho enorme por todos.
Estou feliz por esse ano, acho que tudo valeu a pena.
Mas agora tem outro, e estou pronta pra ver o que vão me aprontar dessa vez!
Happy New Year!
Pulei 7 ondas, corri de homem armado, estava rodeada de gays (todos gays menos a Roberta), aliás eu sempre estou rodeada de gays. Fui esmagada, empurrada e puxada, tive que usar um nome travesti muito bonito (Xaroláine) pra fugir do assédio masculino carente enlouquecido ( escapei por pouco porque ninguem ali estava interessado no nome), fiz um amigo de um
dia muito legal, alias virei tradutora com as pessoas (milhares:homens e mulheres)
em volta: "pergunta se ele tem namorada,quantos anos, da onde é... e agarrando (sim, agarrando!)" e o pobre coitado querendo fugir até eu conseguir salvá-lo e trazer pra perto de nós, pessoas gays e não gays, não assanhadas e normais. Aliás, as pessoas bebadas transando na agua no raso e fazendo altas coisas foi bem normal para um Reveillon em Copacabana/Ipanema.
Depois, dormir e pensar que tudo o que acontece com a gente na vida, mesmo que seja insignificante como sei lá, sentar no molhado, é um fato, mesmo que nesse caso, depois você se lembre, e pense " porque eu nao olhei antes?" e ria de si mesmo.
Este ano que passou foi repleto de momentos que eu penso e rio deles, outros eu guardo com carinho e outros foram feitos mesmo pra serem deixados pra trás.
Cometi erros absurdos, erros com muita gente, mas um dia é preciso que eles existam pra que
não aconteça novamente.
Me enfiei de cabeça na vida e deixei que ela me conduzisse, embora achasse que estava tudo sobre controle.
Com isso aprendi também que não há controle.
Aprendi o significado exato de diversos sentimentos que permanecem e de milhares de outros que vêm e vão.
Muitas pessoas me surpreenderam neste ano.
Aquelas que viveram momentos dificeis e felizes, as que se mostraram amigas, as que riram juntas comigo dos problemas e outras que mostraram o que realmente são.
Conheci pessoas muito especiais, outras conheci de novo e eu tenho um carinho enorme por todos.
Estou feliz por esse ano, acho que tudo valeu a pena.
Mas agora tem outro, e estou pronta pra ver o que vão me aprontar dessa vez!
Happy New Year!
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